Acadêmicos

  • Discurso de Formatura Pode Ser Um Ato PolíticoNos primeiros meses do ano, ingressam nas universidades os aprovados no vestibular e no ENEM. Ao mesmo tempo, que egressos participam com seus colegas e familiares de sua tão esperada formatura, ritual de passagem que outorga grau e dá direito de exercerem sua profissão. Fui convidado para ser paraninfo da 10ª turma do curso de Licenciatura em História da UNIPAMPA e isso me deixou com a responsabilidade de escrever um discurso de formatura. Artigo Publicado em – Gaucha Zero Hora – Opinião 
  • Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência do Curso de História da Universidade Federal do Pampa: “O presente trabalho tem como finalidade mostrar alguns aspectos preliminares do projeto de pesquisa em desenvolvimento no Campus de Jaguarão da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA). O objetivo geral dessa pesquisa é mostrar um pouco do que se foi trabalho nesses últimos seis meses de projeto. Dentro desse temos os objetivos específicos do nosso sub-projeto multidisciplinar e um deles seria a superação, por meio da investigação do conhecimento histórico, de problemas presentes na sociedade jaguarense como, ódio de classe, raça e gênero, clientelismo, coronelismo, racismo cotidiano e institucionalizado.A ideia inicial do projeto era conhecer e se inserir dentro do âmbito escolar e também dentro da comunidade em que a escola a ser trabalhada esta inserida.” Artigo Publicado em RELACult – Revista Latino-Americana de Estudos em Cultura e Sociedade 
  • Reflexões Sobre o Uso do Livro Didático nas Aulas de HistóriaEste presente artigo tem por objetivo analisar o livro didático em sala de aula, tanto do Ensino Fundamental como do Ensino Médio, buscando compreender seus diferentes usos e concepções. O livro didático é o principal suporte para o professor lecionar, porém, normalmente seu uso é limitado e pouco explorado. O objetivo é relatar algumas histórias do uso do livro didático em seu contexto escolar e refletir a partir de diversos autores sua utilidade e como o mesmo é visto numa visão mercadológica. Artigo Publicado em RELACult – Revista Latino-Americana de Estudos em Cultura e Sociedade 

  • Jogos e Ensino de História: aprendendo sobre o Feudalismo e o Medievo no Estágio SupervisionadoO presente trabalho tem como objetivo apresentar a experiência de um graduando em História no processo de regência, através do Estágio Supervisionado, etapa obrigatória para a formação deste como licenciado. Tal relato terá como enfoque uma das atividades avaliativas que o graduando aplicou nas duas turmas em que lecionou: o 6º ano A e B, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Marcílio Dias, localizada na cidade de Jaguarão/RS. Pensando em como apresentar aos alunos o tema feudalismo, no espaço-tempo da Idade Média e Europa Ocidental, o estagiário propôs um jogo de cartas para fixação dos conteúdos trabalhados durante o período de sua regência. Acreditando que os jogos podem e devem ser um instrumento pedagógico de auxílio ao professor em sua aula, o jogo de cartas proposto trabalhou especificamente as relações entre as três ordens (grupos sociais) do modo de vida feudal: nobreza, clero e camponeses. Mais que memorizar quem faziam parte desses grupos, o jogo propunha identificar as relações sociais entre as três ordens. Como referencial teórico para refletir sobre jogos e Ensino de História, utilizo Nilton Mullet Pereira; Paulo Freire para pensar o conceito de educação transformadora, Danilo Gandin para refletir sobre o planejamento de aula, e Circe Bittecourt no intuito de fundamentar os vários tipos de materiais didáticos. Artigo Publicado em RELACult – Revista Latino-Americana de Estudos em Cultura e Sociedade 
  • Quando o Boxe era caso de Polícia: “Espetáculo, violência e repressão em tempos do surgimento do pugilismo em Porto Alegre/RS (1908-1922). ” Este artigo tem como objetivo analisar o surgimento do boxe em Porto Alegre no contexto da modernização e urbanização da cidade. Neste período surgem teatros, cinemas e circos que permitem o entretenimento da população. Localizamos várias fitas cinematográficas que tratavam do pugilismo e que circularam pelos cinemas de Porto Alegre entre os anos de 1910 e 1920. Os circos, com suas troupes de anões e palhaços, também divulgavam o boxe através deste divertimento. Porém, foi a partir dos desafios entre lutadores (1912) e da primeira escola de boxe e luta-romana (1914) que o boxe passou a se organizar e buscar um espaço entre os esportes praticados na cidade. Artigo Publicado na Revista de História da Universidade Estadual do Piaui – UESPI – 2016
  • Escravidão e Liberdade nas fronteiras platinas: O livro “As Fronteiras da escravidão e da liberdade no sul da América”, compilado pela professora e historiadora Keila Grinberg é resultado de um seminário organizado pela mesma autora, e que foi realizado na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) em junho de 2011. Resenha do livro As fronteiras da escravidão e da liberdade no Sul da América. Keila Grinberg (ORG.) Rio de Janeiro: Editora 7 Letras, 2013. Almanack. Guarulhos, n.08, p.166-169, 2º semestre de 2014
  • Vinte Anos de Escravidão:  Escravizações Ilegais e Reescravização na Fronteira da Província do RGS -(1842-1862). Esteve em cartaz nos cinemas o premiado filme Doze Anos de Escravidão, que conta a história de Solomon Northurp, um homem negro nascido livre em Nova York, mas sequestrado e vendido como escravo para o sul dos Estados Unidos. Solomon sabia ler e escrever – numa época em que muitos brancos não sabiam – e também tocava violino. XII Encontro Estadual de História ANPUH/RS De 11 a 18/04/2014 – Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos – São Leopoldo – RS – Brasil
  • Escravizações Ilegais e Reescravizações na Fronteira da Província do RGS – (1842-1862): Este texto pretende apresentar e analisar alguns casos de escravização ilegal e reescravização que aconteceram entre a fronteira do Império do Brasil e da República Oriental do Uruguai em meados do século XIX. Consideramos “escravizações ilegais” aqueles casos de negros uruguaios que foram vendidos e escravizados pela primeira vez. Já casos de “reescravização” são cativos que se tornaram livres por terem trabalhado ou simplesmente pisado em solo uruguaio, abolicionista desde 1842, e reescravizados por seus senhores que defendiam na Justiça seu direito de propriedade sem levar em consideração as leis de abolição do país vizinho. Estudios Historicos – CDHRPyB- Año VI -Diciembre 2014 – Nº 13 – ISSN: 1688 – 5317. Uruguay
  • A participação de pugilistas negros no boxe gaúcho: Este trabalho se propõe apresentar os primeiros resultados de meu projeto de tese que busca analisar a participação dos pugilistas negros no boxe gaúcho. Como falar do boxe sem antes verificar o esporte em sua totalidade? Por isso, investiguei as notas esportivas no jornal Correio, percebendo as modalidades esportivas da época e também quem os praticava. Um segundo ponto importante foi observar algumas trajetórias de pugilistas negros a partir de diversas fontes (atas, fotos, jornais, etc.) depositadas na Federação Rio-Grandense de Pugilismo. Pretende-se, portanto, mostrar tanto a exclusão dos negros na maior parte dos esportes praticados em Porto Alegre, como o boxe sendo um dos poucos espaços que se abriram para os mesmos. Porto Alegre, primeira metade do século XX – XI Encontro Estadual de História2012
  • Calçando as luvas: primeiros comentários sobre a formação do boxe gaúcho (Porto Alegre, 1920).  Nos últimos anos tem se multiplicado os estudos sobre a História do Esporte: Turfe, Remo, Atletismo, Futebol, dentre outros. Importantes sociólogos como Norbert Elias e Pierre Bourdieu, deram relevo a estes assuntos em seus livros. No Brasil, desde a década de 1990, Victor de Melo (UFRJ), tem investido em investigações neste ramo e recentemente publicou um livro com Mary Del Priore, intitulado História do Esporte no Brasil: do Império aos dias atuais. Quero apresentar minhas primeiras impressões a respeito de uma nova pesquisa que tenho realizado: a história do boxe. Meu foco de análise são as trajetórias de pugilistas negros em Porto Alegre, nas primeiras décadas do século XX. Revista Latino-Americana de História – Vol. 1, no. 3 – Março de 2012 – Edição Especial – Lugares da História do Trabalho.
  • O Solo da Liberdade – 5° Encontro de escravidão e liberdade : As Trajetórias da preta Faustina e do pardo Anacleto pela fronteira rio-grandense em tempos do processo abolicionista uruguaio (1842-1862). Não é fácil escrever sobre um trabalho que completa nesse mês seu primeiro aniversário. Imagino que os colegas já tenham passado, em algum momento de suas vidas, por essa desconfortável experiência. A escrita da História é fruto da reconstrução do passado e não de seu resgate, portanto, é certo que novas questões surgem ao passar do tempo e os antigos problemas de pesquisa se tornam até um pouco inocentes. Mas vamos ao que interessa. Quero repartir com os colegas os resultados de minha dissertação de mestrado intitulada “O solo da liberdade: as trajetórias da preta Faustina e do pardo Anacleto pela fronteira rio-grandense em tempos do processo abolicionista uruguaio (1842-1862)”.  5º Encontro Escravidão e Liberdade no Brasil Meridional – 2011
  • O Solo da Liberdade: As Trajetórias da preta Faustina e do pardo Anacleto pela fronteira rio-grandense em tempos do processo abolicionista uruguaio (1842-1862). X Encontro Estadual de História. O Brasil no Sul: Cruzando Fronteiras entre o Regional e o Nacional – 2010
  • Alforrias e contratos de trabalho: escravos rio-grandenses em estâncias uruguaias (meados  do século XIX). Neste artigo nos propomos a analisar as estratégias dos senhores rio-grandenses para obtenção do trabalho escravo em suas estâncias em terras uruguaias. Através do caso do pardo Anacleto, buscaremos compreender especificamente como os senhores levavam sobre a condição de libertos seus cativos para servirem como escravos em terra livre. Utilizamos como fontes documentais para essa investigação as alforrias registradas nos tabelionatos de diversos municípios, subsidiados no Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul (APERS), os avisos dos Ministros Estrangeiros no Arquivo Nacional (ANRJ), as correspondências diplomáticas do Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul (AHRS) e registros paroquiais do Arquivo Histórico da Cúria Metropolitana de Porto Alegre (AHCMPA). Revista do Corpo Discente do Programa de Pós-graduação em História da UFRGS – 2009
  • O chão da liberdade: as trajetórias da preta Faustina e do pardo Anacleto pela fronteira rio-grandense no contexto do processo abolicionista uruguaio (1842-1862). Esta apresentação tem por objetivo mostrar os resultados obtidos até o momento de nossa pesquisa de mestrado.  Nos propomos a estudar as experiêcias de escravos e libertos em regiões de fronteira entre a província de São Pedro do Rio Grande do Sul e da República Oriental do Uruguai, durante as décadas de 1840 e 1860. Este período foi marcado pelas leis abolicionistas uruguaias (1842 e 1846), que impactaram as formas de escravidão e liberdade no lado brasileiro. A partir das vivências da preta Faustina e do pardo Anacleto, iremos aprofundar essa temática buscando compreender como os escravos planejavam suas fugas para o Uruguai, como viviam em estâncias uruguaias e as estratégias senhoriais tanto para impedir a fuga como para resgatar os cativos quando fugiam. Faustina e Anacleto também foram vítimas de um tráfico ilegal terrestre pela fronteira, foram vendidos diversas vezes com fim de lucro dos traficantes mas também com fim de despistamento jurídico, já que ambos eram livres. ANPUH – XXV SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA – Fortaleza, 2009.
  • Leis, direitos e escravidão: as leis abolicionistas uruguaias e suas interpretações na província de São Pedro do Rio Grande do Sul (1842-1862). In: VII Mostra de Pesquisa do Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul, 2009, Porto Alegre. Produzindo História a partir de fontes primárias. Porto Alegre: CORAG, 2009. p. 225-243.
  • Em busca da posse cativa: o Tratado de Devolução de Escravos entre a República Oriental do Uruguai e o Império brasileiro a partir de uma relação nominal de escravos fugidos da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul (1851). É sabido da existência de cinco tratados firmados entre o Império brasileiro e a República Oriental do Uruguai em 1851, ao fim da Guerra Grande, conflito político-militar entre blancos e colorados. Um desses tratados referia-se ao reconhecimento pelas autoridades uruguaias da devolução de escravos que haviam fugido de senhores rio-grandenses desde o início da Guerra Farroupilha para o além-fronteira em busca da liberdade. Essa situação levou muitos capitães- do-mato e militares rio-grandenses a adentrar o Uruguai em busca desses cativos, através de pagamentos combinados com os próprios senhores, caso a propriedade fosse recuperada. 4º Encontro Escravidão e Liberdade no Brasil Meridional. (Mestrando do PPG em História da UNISINOS –  Bolsista CNPq) – 2009
  • A preta Faustina e o pardo Anacletosobre uma rota de tráfego ilegal pela fronteira: Uma trajetória, duas histórias. (Rio Grande do Sul, 1842-1862). Apenas oito anos separaram as experiências dos menores Faustina e Anacleto. Suas histórias se cruzaram quando ambos foram vítimas de um tráfico ilegal ocorrido entre a Banda Oriental do Uruguai e a província de São Pedro do Rio Grande do Sul em meados do século XIX. No entanto, apesar de suas histórias serem semelhantes neste ponto, Faustina e Anacleto, no que concerne as suas vidas anterior a este evento, tinham mais elementos que os distanciavam do que aproximavam.  Anais do II Colóquio do Lahes: Micro história e os caminhos da História Social – Laboratório de História Ecônomica e Social – UFJF:  Juiz de Fora, 30-09-2008 – Minas Gerais / MG.
  • Os extraditados: a ação do consulado uruguaio na libertação dos negros orientais escravizados ilegalmente na província de São Pedro do Rio Grande do Sul (décadas de 1850 e 1860). Este artigo tem o objetivo de analisar a participação do consulado uruguaio na causa de liberdade de negros orientais que foram vitimas do tráfego ilegal pela fronteira. Mais especificamente, tentaremos demonstrar como os negros orientais conseguiam retornar para seu pais de origem, quais indivíduos participavam destas conquistas e que argumentos utilizavam para a libertação dos mesmos. As fontes utilizadas foram correspondências do consulado uruguaio, processos criminais (APERS) e oficios emitidos pelo Ministério das Relações Exteriores (AHRS). Revista Mouseion (UniLasalle), v. 1, p. 91-107, 2008.
  • Um tráfico de nova espécie: apreensões de negros livres no Estado Oriental do Uruguai e sua posterior venda para a província de São Pedro do Rio Grande do Sul (1840-1860). In: Feira de Iniciação Científica e Salão de Extensão FEEVALE, 2008, Novo Hamburgo. Aprendizado, Descoberta e Inovaçãoi: Livro de Destaques 2007. Novo Hamburgo: FEEVALE, 2007.
  • Apreensão, venda e extradição: experiências de uma crioula oriental em terras sul-rio-grandenses (1842-1854). In: V Mostra de Pesquisa – História e produção histórica: uma pluralidade temática, 2007, Porto Alegre. V Mostra de Pesquisa – História e produção histórica: uma pluralidade temática. Porto Alegre: CORAG, 2007. p. 117-129.